quinta-feira, 30 de abril de 2009

Simpatia Com o Diabo' Música tema da Novela das 8h da Globo


'Simpatia Com o Diabo'

Música tema da Novela das 8h da Globo

Abril/2009

A Rede Globo de Televisão tem colocado como tema principal em sua novela das 8h a música 'Simpatia Com o Diabo' (Sympathy for the Devil) . Colocamos disponível aqui a tradução desta música para que sirva como um alerta para toda a comunidade cristã. Desejamos que você tire suas próprias conclusões sobre este assunto, pois é por uma mensagem como esta, escondida atrás de uma melodia bonita, que os nossos filhos poderão ser atraídos.
Cuidado. O mundo espiritual é mais REAL do que podemos imaginar... (Efésios 6.10-20)

Sympathy for the Devil Simpatia Com o Diabo

Please allow me to introduce myself
I'm a man of wealth and taste
I've been around for a long, long year
Stole many a man's soul and faith

Por gentileza me permita me apresentar
Sou um homem de fortuna e requinte
Estou por aí já faz alguns anos
Roubei as almas e a fé de muitos homens

And I was 'round when Jesus Christ
Had his moment of doubt and pain
Made damn sure that Pilate
Washed his hands and sealed his fate

E eu estava por perto quando Jesus Cristo
Teve seu momento de duvida e dor
Fiz muita questão que Pilatos
Lavasse suas mãos e selasse seu destino


Pleased to meet you

Hope you guess my name
But what's puzzling you
Is the nature of my game


Um prazer em lhe conhecer
Espero que adivinhem o meu nome
Mas o que lhes intriga
É a natureza do meu jogo



I stuck around St. Petersberg
When I saw it was a time for a change
Killed the Czar and his ministers
Anastasia screamed in vain


Eu aguardei em São Petersburgo
Quando percebi que era hora para mudanças
Matei o Czar e seus ministros
Anastácia gritou em vão



I rode a tank
Held a general's rank
When the Blitzkrieg raged
And the bodies stank


Pilotei um tanque
Usei a patente de general
Quando as blitzkrieg urgiam
E os corpos fediam



Pleased to meet you
Hope you guess my name, oh yeah
What's puzzling you
Is the nature of my game, oh yeah


Um prazer em lhe conhecer
Espero que adivinhem o meu nome
Mas o que lhes intrigam
É a natureza do meu jogo


I watched with glee
While your kings and queens
Fought for ten decades
For the Gods they made


Assisti com orgulho
Enquanto seus reis e rainhas
Lutaram por dez décadas
Pelos deuses que eles criaram


I shouted out

'Who killed the Kennedys?' When after all
It was you and me


Gritei bem alto
'Quem matou os Kennedys?'
Quando afinal de contas
Foi apenas você e eu


Let me please introduce myself
I'm a man of wealth and taste
And I laid traps for troubadors
Who get killed before they reached Bombay


Permita-me por gentileza me apresentar
Sou um homem de fortuna e requinte
Deixei armadilhas para ministreis
Que morreram antes de chegarem a Bombaim


Pleased to meet you
Hope you guessed! my name, oh yeah
But what's puzzling you
Is the nature of my game


Um prazer em lhe conhecer
Espero que adivinhem o meu nome, oh yeah
Mas o que lhes intriga
É a natureza do meu jogo



Pleased to meet you
Hope you guessed my name, oh yeah
But what's confusing you
Is just the nature of my game


Um prazer em lhe conhecer
Espero que adivinhem o meu nome
Mas o que lhes confunde
É a natureza do meu jogo


Just as every cop is a criminal
And all the sinners Saints
As heads is tails
Just call me Lucifer
'Cause I'm in need of some restraint


Assim como todo cana é um criminoso
E todos os pecadores Santos
Como cara é coroa
Basta me chamar de Lúcifer
Pois estou precisando de alguma restrição


So if you meet me
Have some courtesy
Have some sympathy, and some taste
Use all your well-learned politesse
Or I'll lay your soul to waste, um yeah


Então se me conhecer
Tenha alguma delicadeza
Tenha a simpatia, e algum requinte
Use toda sua polidez bem aprendida
Ou deitarei sua alma para apodrecer



Pleased to meet you
Hope you guessed my name, um yeah
But what's puzzling you
Is the nature of my game, um! baby, get down


Prazer em lhe conhecer
Espero que adivinhem o meu nome, oh yeah
Mas o que lhes intrigam
É a natureza do meu jogo


Woo, who
Oh yeah, get on down
Oh yeah
Oh yeah!
Tell me baby, what's my name
Tell me honey, baby guess my name
Tell me baby, what's my name
I tell you one time, you're to blame


Diga-me baby, qual é o meu nome
Diga-me doçura, qual é o meu nome
Diga-me baby, qual é o meu nome
Lhe digo uma vez, é sua culpa


Ooo, who, who
Ooo, who, who
Oh, yeah


Diga-me baby, qual é o meu nome
Diga-me doçura, qual é o meu nome
Diga-me baby, qual é o meu nome
Lhe digo uma vez, é sua culpa

--
"Assim diz o SENHOR, o teu Redentor, o Santo de Israel: Eu sou o SENHOR teu Deus, que te ensina o que é útil, e te guia pelo caminho em que deves andar." (Is. 48:17)

domingo, 26 de abril de 2009

Como Zaqueu...


Como Zaqueu...

Mais uma contribuição de nosso Amigo e Companheiro Ministérial, Pb. Neir Moreira - www.neirmoreira.com - Numa linguagem acessível, atual e suave, faz uma análise bíblica, teológica, contextualizada e sóbrea, de tal forma que merece nossa leitura e reflexão. Pb. Neir é Coordenador do Curso Básico em Teologia Ministerial - ENSINAI, Formado em Teologia, Graduando em Psicologia pela Federal/PR, Pós-graduando em Doncência do Ensino Religioso, professor, pregador e uma revelação na escrita.








Sempre que um fenômeno surge no cenário evangélico (gospel para os mais contemporâneos), geralmente ele suscita algumas reações. Duas são praticamente inevitáveis: o frenesi e a contestação. A minha função não é nem aplaudir nem ridicularizar, mas analisar.
O hit mais badalado nas últimas semanas em todo o território nacional, inclusive nas rádios seculares, tem literalmente “mexido com as estruturas” do cenário litúrgico da igreja evangélica brasileira. E a minha formação teológica e compromisso ministerial exigem um posicionamento bíblico contextualizado.



Como Zaqueu... – assim inicia a música. Mas, afinal, que Zaqueu é este?
O sujeito bíblico não desejou em nenhum momento subir “o mais alto” que pudesse, por duas razões óbvias. A primeira, e essencialmente pragmática, sua estatura não lhe permitiria ver a Jesus do solo; a figueira serviu-lhe de apoio para ver a Jesus. A segunda, e fundamentalmente bíblica, embora o texto não diga a velocidade da subida, afirma, sim, que desceu apressadamente, pois o seu intento era receber Jesus em sua casa. Estranhamente esta letra me parece familiar dos escritos do profeta Isaías que em seu capítulo 14 e versículos 13 e 14, quando diz que “subirei acima das mais altas nuvens”. Um aluno mediano da escola dominical sabe a que se refere este contexto bíblico.



“E chamar sua atenção para mim” – prossegue o hit. Cabe aqui outro questionamento, de que maneira um sincero adorador chama a atenção de sua divindade? Nem precisa ser cristão prá responder esta questão. Católicos, islâmicos e budistas preferem inclinar suas frontes, alguns se encurvam até o chão para render reverência à sua deidade? O “Zaqueu” da canção prefere subir... Muito estranho, eu diria.



Apesar de a letra na sequência nos oferecer um alento sobre a nossa pequenez e a nossa dependência a Deus (“largo tudo pra Ti seguir”), em nenhum momento o “Zaqueu pós-moderno” decide descer das alturas – pelo menos não fica claro na música – talvez esteja subtendido subliminarmente.



É espantoso como as pessoas cantam sem ao menos “ler” o hinário contemporâneo projetado nos telões. Posso ser taxado de radical, mas apesar de simples e rústico, considero o meu culto racional. Eu me recuso a cantar algo que não condiz com a minha realidade espiritual. Ou seja, quando um cristão implora através de seus lábios “entra na minha casa, entra na minha vida”, afinal o que ele está querendo dizer? Qualquer aluno da classe “Cordeiros de Cristo” vai saber responder: é sinal que ele está do lado de fora. E se estiver?... Talvez não estejamos entendendo para quem é destinada esta canção. Quem sabe aqui esteja a riqueza da canção! Se a sétima carta apocalíptica foi direcionada ao anjo da igreja em Laodicéia, quem sabe esta não seja a “sétima” missiva para a “Igreja Meio Pentecostal dos Últimos Dias”. Laodicéia (conforme Apocalipse 3.14-22) era a mais rica das sete cidades que receberam uma notificação divina (ela era reconhecida por seu sistema bancário, manufatura de lã e sua escola de medicina). Mas o que a distinguia de fato das demais era as suas águas mornas provenientes de suas fontes de águas quentes. Quando uma igreja morna – como é o caso da igreja que representa a pós-modernidade – começa a suplicar que Jesus entre em sua casa, na verdade, ela nos sugere duas situações dialeticamente opostas: de um lado é lamentável que o Senhor da casa esteja do lado de fora, mas em contrapartida, a conscientização chegou e é um fato em muitas igrejas atualmente. Esta semana um desses pastores angustiados pelo movimento da neo-liturgia sugeriu à sua membresia que substituísse este refrão para: “fica na minha casa, fica na minha vida”. Ainda temos arautos de plantão!



Finalmente, é preciso destacar uma expressão, que, embora não comprometa, deve ser teológica e espiritualmente considerada. Quando se pede “mexe com minha estrutura”, está-se pedindo o quê, afinal de contas? Que estrutura é esta. É de ordem fisiológica? Ideológica? Mental? Ou seria espiritual? Seja qual for, uma outra questão urge: Ele pode mexer, mesmo? Teríamos nós “estrutura” para se deixar abalar pelo Todo-Poderoso? Uma geração que sequer questiona (à luz da Bíblia) o que canta estaria apta para o tratamento do Dr. Jesus e seus métodos nada convencionais? A impressão que tenho é que antes de nos dar ao luxo de procurar o especialista em mudar os caracteres fragmentados pela cosmovisão do sucesso, do hedonismo e da religião liberal, o ideal seria descermos da árvore de Nabucodonosor (Daniel 4) e nos matricularmos na escola do Mestre Jesus. A propósito, as matrículas estão (sempre) abertas.



Uma vizinha minha além das canções de um padre-cantor, um funk carioca e os sucessos de sua FM preferida, ela canta em alto e bom som o sucesso daneseano. Seria a globalização do evangelho? Mundialização ou mundanização? Com a palavra... O evangelho!



Assim como “nem só de pão vive o homem”, nem só de crítica sobrevive este cronista. Uma linha do refrão poderá fazer toda a diferença. “Me ensina a ter santidade” é muito melhor do que “sara todas as minhas feridas” por duas razões fundamentais. A primeira é que santidade não depende de ninguém além de mim mesmo para tê-la. A gente só aprende a ser santo, sendo santo. Eu preciso decidir mudar de vida. O apóstolo Paulo se antecipou à pós-modernidade ao recomendar: “E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento” (Romanos 12.2). A segunda é que é irreal sonharmos com a possibilidade de não termos mais nenhuma ferida. Ele pode e cura todas as enfermidades, mas isso não significa que eu estarei isento de dores e padecimentos.



Curiosamente, no original, Zaqueu significa “puro” ou “justo”. Bem diferente da figura do cobrador de impostos mais famoso e mais suspeito da história da cristandade.



A propósito, não seria mais sábio suplicar que o Mestre mexa em nossa estatura e em vez de nossa estrutura? Porque não fazermos nossa a proposta de João Batista: “Que Ele cresça e eu diminua”...



Até porque quanto menor eu for maior a sombra da Videira Verdadeira sobre o velho eu!




Pb. Neir Moreira

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Que amor e Esse?




O pecado e tão repulsivo para Deus que ele não suporta sua presença. Mas Deus, como Oseías, olha além do pecado para ver a pessoa que errou. Paulo pregou o significado deste amor num único versículo: “Mas Deus prova o seu amor para conosco pelo fato de ter cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores” (Rm 5.8). Deus não nos salva porque sejamos bonitos ou mereçamos seu amor. Ele olha além da terrível tragédia de nosso pecado para ver uma alma que ele ama. Ele não vê alguém dominado pelo pecado, mas alguém que pode ser restaurado em sua comunhão com o criador. Assim como Oseías amava sua esposa infiel e queria resgatá-la de sua vida lamentável assim Deus nos ama e quer proteger-nos do pecado. Agradeça a Deus, porque ele e capaz de amar a quem não merece amor.
Como já sabemos a mulher escolhida por Deus era uma prostituta e Oséias casou-se com ela tratando com amor e respeito. Ela lhe deu três filhos. Certo dia, porem ela o abandonou. Deus ordenou a Oséias procurasse e trouxesse de volta. Finalmente, ele encontrou a esposa à venda num mercado de escravos amarrada a um tronco. Ali estava ela, à mercê dos compradores e completamente nua, como era de costume fazer às mulheres postas em leilão para se tornarem escravas. Oséias comprou de volta sua própria esposa, vestiu-a levou para casa e continuou amá-la sem o menor ato de vingança. Que quadro maravilhoso! Oséias aprendeu, na pratica, o que Deus sentiu por Israel; como os casos de amor de Israel com deuses pagãos o magoavam, e como não pouparia esforços para fazer com que o povo se aproximasse novamente dele. Isso também retrata o que o homem fez a Deus e o que Deus fez para nos levar de volta a si mesmo. Essa historia retrata o verdadeiro amor. Na verdade Oséias nunca deixou de amar sua esposa, foi ela que lhe voltou as costas. Tal como Oséias, Deus sabia que nunca voltaríamos a ele a não ser que ele tomasse a iniciativa e nos aceitasse “tal como estávamos”, em nossa condição pecaminosa. Oséias não tentou purificar a esposa antes de voltarem pra casa, nem ela tentou fazê-lo. Gomer, a mulher de Oséias, sentiu-se cheia de culpa e vergonha quando ouviu o marido fazendo lances para comprá-la naquele leilão de escravos . Depois que a levou pra casa seus sentimentos de indignidade e culpa provavelmente produziram nela uma atitude de suspeita e retraimento em relação a Oseías , imaginando que iria exercer sua vingança! Porem na medida em que os dias iam passando e Gomer só recebia amor e aceitação por parte de Oséias, sua hostilidade se transformou em amor e gratidão, e ela acabou escrava do marido, por amor.